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Quem Somos

O Brasil realizou avanços expressivos na redução da pobreza e da desigualdade ao longo da última década, sendo que as transferências sociais (principalmente através do Programa Bolsa Família e das pensões sociais para os idosos) e o rápido crescimento da renda de trabalho na extremidade inferior da distribuição são os fatores que mais contribuíram.

Uma década de implementação do Programa Bolsa Família, bem como a experiência mais recente de reforçar as sinergias e a implementação de um amplo conjunto de programas de redução da pobreza sob, a égide do plano Brasil Sem Miséria, geraram um grande volume de conhecimento.

Parte deste conhecimento e desta experiência foi registrada, incluindo avaliações aprofundadas e pesquisas apoiadas pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), pelo Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC-IG) do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e pelo Banco Mundial. O Brasil também tem recebido um fluxo cada vez maior de delegações estrangeiras interessadas em aprender com a experiência do Bolsa Família.

Ainda há muito espaço para acelerar e expandir a aprendizagem com a experiência política social do Brasil, incluindo não apenas lições sobre o que funcionou, mas também a forma como as reformas e soluções inovadoras foram implementadas.

Com vista a apoiar a aprendizagem sistemática e a inovação em relação aos desafios de implementação de tais programas, o Governo do Brasil, o IPC-IG e o Banco Mundial concordaram em estabelecer uma iniciativa conjunta centrada na aprendizagem, a partir da implementação de inovações em programas de redução da pobreza no Brasil e do compartilhamento, com o resto do mundo, de lições extraídas da experiência brasileira. Assim nasceu a WWP, Brazil Learning Initiative for a World without Poverty (Iniciativa Brasileira de Aprendizagem por um Mundo sem Pobreza).

Foi assinado um Memorando de Entendimento entre o MDS, o Banco Mundial, o IPC-IG e o Ipea, durante a visita do presidente do Banco Mundial ao Brasil, em 5 de março de 2013. Outras importantes partes interessadas incluem grandes municípios e estados e outros ministérios envolvidos na agenda de inclusão produtiva (Educação, Trabalho, Agricultura etc.).

Espera-se que outras organizações de pesquisa e think tanks também participem da iniciativa, com base em seu interesse e sua potencial contribuição. Os principais públicos da iniciativa são profissionais e decisores políticos no domínio da política social - os pesquisadores e o público geral compõem o público secundário.

Especificamente, de acordo com o Memorando de Entendimento que estabelece a WWP, os objetivos comuns da iniciativa são os seguintes:

(i) Aumentar o impacto das abordagens exitosas das políticas públicas implementadas no Brasil;

(ii) Apoiar discussões sobre abordagens inovadoras para lidar com questões essenciais relacionadas à redução da pobreza, através de uma rede de profissionais;

(iii) Ter uma abordagem rigorosa em relação ao desenvolvimento, implementação, monitoramento, avaliação e divulgação de políticas inovadoras;

(iv) Facilitar o escalonamento e a provisão de políticas inovadoras, bem como a ampla divulgação de seus resultados por todo o país;

(v) Facilitar o compartilhamento de conhecimentos e aprendizagem entre o Brasil e outros países, inclusive por meio de iniciativas internacionais de cooperação técnica;

(vi) Utilizar e alavancar os recursos e estruturas já existentes, para proveito e benefício mútuos.

Para uma visão geral do WWP, veja nosso vídeo.